13.3.13

o monólogo de Carlos Costa

Olá Monologers!



Hoje trago-vos um texto escrito por Carlos Costa, um rapaz de 17 anos estudante do secundário na área de Humanidades. Esta ideia de escrever algo para o blog surgiu do Carlos e eu achei ótimo por ele próprio sentir que este espaço para além de ser meu poderia ser também dele e de outros jovens que queiram partilhar algo connosco. Apreciem cada palavra tal como eu aprecie e tirem as vossas próprias conclusões, vale muito a pena! 

Um sentimento novo paira no meu leito, é maturidade, a independência forçada dos nossos tempos. Deambulando pelo centro da capital, sinto a maresia de Cesário e Camões, o som das máquinas que faz delirar Álvaro de Campos, e o sentimento inicial para, contraria-se a si mesmo e deixa-me irrequieto, pálido e preocupado. Passo em frente a um edifício politico e nervoso de viver lembro-me dos Maias, da queda do anjo, é a literatura á solta nesta terra de ninguém! Depois ouço um som, ao inicio irritante, mas como tempo,Ai ai que melodia! Persigo esse som. Ele para, mas eu preciso dele!
as luzes da minha cidade deixam-me feliz, alegre e sociável. Junto a um candeeiro, vejo uma prostituta que anda de um lado para o outro, com um sorriso familiar, que me seduz e me deixa cauteloso, mas alegre. Ai que anjo! Ó diabo! Se o jardim de Éden existir ela é uma das flores! Que caia Lisboa,Paris,Zurique!
Sigo para o sociável café da esquina, cujo ambiente não é propício para passar o tempo. Sinto uma grande força que me empurra para uma aventura intelectual. Olho pela montra vejo, Leonardo da Vinci sentado a conversar com Maquiavel, observo Sócrates a debater ideias com um grupo de turistas. Ouço uma risada, vinha da conversa entre o grande Newton, com o magnifico Einstein, Ai que dois! Ai que três! Maomé e Siddhartha riem-se enquanto Jesus enrola o empregado com a brincadeira de pedir água e de transformá-la em vinho! Eu entro, peço um café e delicio-me ouvindo as conversas das grandes mentes da história mundial.
Por Carlos Costa

Muito obrigado Carlos!

Com um beijinho repleto de Arte, Cirila Bossuet.

Name of the post: the monologue Carlos Costa
Monologers Hello!
Today I bring you a text written by Carlos Costa, a 17 year old boy high school student in the area of Humanities. This idea of writing something for the blog came from Carlos and I thought it was great by himself feel that this space be beyond my might also be his and other young people who want to share something with us.
Enjoy every word as I enjoy and draw your own conclusions, it's really worthwhile!
 
A feeling hangs in my new bed, it's maturity, independence forced our times. Wandering through the center of the capital, feel the salty air of Cesario and Camões, the sound of the machinery that makes delirious Álvaro de Campos, and the initial feeling for, contrary to himself and leaves me restless, pale and worried. Step in front of a building and political nerve to live I remember the Maias, the fall of the angel's literature will loose in this no man's land! Then I hear a sound, annoying to start, but as time, Oh a good melody! Chase that sound. He stops, but I need it!
The lights of my city let me happy, cheerful and sociable. Along with a lamp I see a prostitute walking from one side to the other, with a familiar smile that seduces me and makes me cautious, but happy. Oh that angel! Oh hell! If the Garden of Eden there she is one of the flowers! Falling Lisbon, Paris, Zurich
I follow for the sociable coffee corner, where the environment is not conducive to spending time. I feel a great force that pushes me to an intellectual adventure. Eye see the storefront, Leonardo da Vinci sitting talking to Machiavelli, watch Socrates discussing ideas with a group of tourists. I hear a laugh, was the conversation between the great Newton, with magnificent Einstein, Oh two! Oh that three! Mohammed and Siddhartha laugh while Jesus Scrolls employee with the joke of asking for water and turn it into wine! I go, I ask for a coffee and delight me hear the conversations of the greatest minds in world history.

By Carlos Costa
Thank you Carlos!
 With a kiss full of Art, Cirila Bossuet.